Menstruar é uma experiência fisiológica ainda marcada por tabus e desigualdades, com consequências que permeiam questões sociais, econômicas, sanitárias, emocionais e ecológicas. A quantidade de lixo plástico gerado por resíduos de absorventes descartáveis pressiona negativamente o meio ambiente. Apesar de já existirem alternativas mais sustentáveis para conter o fluxo menstrual, como coletores ou calcinhas absorventes reutilizáveis, uma nova geração de designers, empreendedores e startups aposta na criação de absorventes biodegradáveis que poluam menos e, ao mesmo tempo, agradem o público consumidor habituado à praticidade dos produtos convencionais.

Na COP30, a inovação de mulheres negras reacende debate sobre afroempreendedorismo e desigualdades no Brasil
Aos 29 anos, a engenheira e ativista Patrícia Zanella levou
